domingo, 27 de janeiro de 2008

Mente Re-escrita (parte 1)

Vou fazer um intervalo na análise.

Por hoje já chega, amanhã continua-se.

Ia agora desligar o computador, quando, levado pela música do Jack Jonhson - Supposed To Be ( setiverem a música ponham a tocar enquanto lêem, me deu vontade de ir ver fotografias. è uma mania que tenho, e agora com PC para onde quer que vá posso levá-las comigo, e quando me apetecer relembrar alguns episódios da vida, e ter saudades á vontade de todos os acontecimentos, e de todas as pessoas que lá na minha vida estão presentes.

Para já ainda não tenho o meu albúm completo, por isso só dá para relembrar determinados instantes destes 19 anos que já passaram, foram, acabaram, e já não podem ser vividos... Uns temos pena de não poder reviver, outros, ainda bem que já passaram, mas tudo é assim na vida.

Acho que me repito um pouco neste blog quanto á importância que as pessoas têm em mim, mas não me farto de falar delas.

Analizando cada pessoa que conheço, (está-me a apetecer descrever algumas), que me marcaram tanto pela positiva como negativa, posso tirar as seguintes conclusões:

Começando pela parte Figueiredo da família, a qual é a que segue mais assiduamente estas escritas:

O avô Tó-Zé, o nome sugere alguém descontraido, que abrevia logo o nome de maneira a simplificar, mas que no fundo, consegue pensar nos problemas a uma velocidade estonteante,igual á qual os resolve, nem que seja acabar com o champagne a deitar por fora da garrafa tapando com a mão e encharcando toda a gente (aposto que foi mesmo para nos dar um banhinho), estou a brincar é claro. è uma pessoa que para tem uma grande experiência de vida, que já passou por cooisas que nem imagino, passado esse que transparece ao olhar. Imensamente prestável, sempre disponível, apesar de ás vezes as costas não deixarem

A avó Clara, para mim sempre avó, que sente tudo muito profundamente (coisa que a tia Zé também herdou mas isso já falamos á frente), e que apenas o olhar transmite tudo o que sente.

A tia Isabel, lendária sopa da pedra, sempre com aquele sorriso, pose conhecida sempre impecável.

O tio Américo, bom chefe de família.

O joão Alfredo, sportinguista ferranho, sempre no seu twingo preto, bem preso ás raizes da Figueira pela náutica.

O pedro, sempre a perguntar pelas aulas, e quando tenho férias.

O tio Paulo, sempre com o pensamento a olhar do espaço para a Terra, tentando perceber tudo o que está á sua volta, extremamente útil em conselhos quer sejam de matemática, GT3, estratégia etc. Foi pussuidor do carro mais rápido em que andei, que quando metia o turbo era o delirio completo. Sempre com o típico Jazz ao jantar, e de feitio vincado quanto ao SLB.

A tia Anabela, que adora o sobrinho pelos cafés (mas depois paga bem nas mousses eheh), que sempre gostou de ter o sobrinnho em casa semanas a fio no Verão.

A tia Luz, com a sua paixão pela serra e pelo verde, cujo o coração palpita sempre pelo frio que os filhos possam apanhar, ou pelas horas a que chegam a casa (compreensivel), gosta de ter os seus cantos e as coisas á sua maneira (e ainda bem, assim temos onde passar o carnaval), porém existe uma costeleta dada á aventura que teima em tentar mostrar-se.

O tio Luís, com aquele seu antigo bigode perdido numa aposta segundo o que sei (coisa de homem), o gestor físico da família, olhando sempre pela postura e pela forma d todos, coordenador GPS das etapas d Santiago (o que muitas vezes nos fazia pensar:"só faltam 100km para a próxima paragem" loooool), pode-se dizer que já me salvou a vida, afinal de contas ensinou-me a nadar.

O tio Jorge, adepto da velocidade, quer se parta umas costelas ou um ombro, nunca desiste do que mais gosta, do qual se contam histórias de quando veio da tropa, que não podia estar quieto. Dizem que sou parecido com ele...

A tia Ana, grandes cozinhados, boas tardes de piscina, ralhetes bem dados, grande paciência, e a evoluir a um ritmo alarmante nos discursos da família.

A tia Zé, que parece prima, como já disse, herdou o jeito de sentir da avó, o qual entra em contraste com o já conhecido riso audível a léguas. Consegue dar as ajudas nas alturas certas, leitora assidua desta mente, sempre com resposta, com as prendas de anos mais imaginativas, originais e uteis loooooooooooooooooooooooooooooool.

O tio Pedro, esclarecedor quanto a tecnologia, sabe sempre tudo, meticuloso, aproveitador do que a vida oferece.

Passando aos primos:

O João Vasco, que em 6 meses aprendeu tanto da vida e do mundo que invejo, grande companhia de casa enquanto esteve em Sto. Tirso, desde que não lhe tirem a prancha, e o mar o mundo está óptimo.

O Zé Nuno, grande engenheiro, bom construtor de barragens e jogador de ténis, companheiro de viagens inesqueciveis, sempre testando o limite do possível.

O Tiago, enfim, o lider do circo d Santiago, bom gajo de conversas e risotas, sempre na brincadeira, futuro médico da família.

A Nocas, que vou dzer de ti? A prima que sempre está, conhece-me de cor, e sabe todos os meus medos e satisfações.

A Gabriela, na idade típica do caixote, por trás transmite uma compreensão e raciocinio a que não estou habituado aos 13anos.

A Sofia, apaixonada por todos os caninos da família, galinhas e por aí fora.

A Matilde, que sabe tudo sobre tudo, futura tia de Cascais "tá a vere, aaaai esse colar é tããããããooooo giro!!!"

A Mafalda, sempre escondida atrás das pernas da mãe, mas que quando perde a vergonha e se junta á irmã formam as primas com mais piada de sempre.

Pronto OK, eu fao dos meus pais, lol:

A Dra. Margarida, que olhando para mim sabe o que preocupa, tolerante, preocupada, especialmente quando é mesmo necessário.

Sr. Daniel Ferreira Braga, de quem espero ter herdado todas as qualidades, sem o qual não vou saber viver.

A Joana, já já sei, somos os irmãos que estão sempre zangados e não se suportam, mas pronto eu confesso, ela até é porreira e com piada e tal, e até é bom ter por perto quando queremos os 2 dar a volta aos velhotes eheh.

O Ricardo, irmão sensato, que sepre tem presente todas as consequências, tanto para os problemas como para as brincadeiras.

6 comentários:

Leonor e Rita disse...

Ok... tu gostas mesmo de comover o pessoal não gostas?
Falta uma descrição tua.
A primeira palavra que me vem a cabeça é, como não podia deixar de ser, jipes, a tua paixão. Quando eramos pequenos e nos punhamos a desenhar, enquanto as meninas( eu e a Joana) se punham a desenhar casas, com os pais e os cães, tu desenhavas sempre um jipe. Sempre.
Dessa altura também me lembro dos joelhos sempre bem esfolados, das bicicletas novas que em poucos segundos se enchiam de lama, não fossem elas as tuas grandes companheiras de aventura que levavas para todo lado, com as quais conhecias todos os recantos desse teu mundo, do qual sabes mais que qualquer GPS (na altura, o mundo era a casa do campo do linho, agora já se alargou bastante).
Cresceste, e fomos descobrindo em ti a arte das filmagens( hás de ser o nosso eterno cameramen!) e um figueiredo típico, sempre bem-disposto, sempre pronto para a festa das grandes reuniões de família. Estás aqui estás a unir-te assiduamente a onda dos discursos.
E pronto...mais haveria para dizer mas é melhor deixar espaço aos outros para comentar...
Um abraço para ti e uma mão cheia de beijos para os figueiredos que cá passarem!

Nocas**

PS: Aquele "com razão" entre () que está na descrição da minha mãe é que eu não percebi. Tens de me explicar melhor:-P

disse...

Eh pá, tu andas demais!!
Vê lá tu, que até fiquei com a lagrimita ao canto do olho (coisa rara!!!!).
A tua sensibilidade é brilhante! Sabes que uma simplicidade e pureza destas,só é possível com pessoas, assim um bocadito especiais, como tu!!!
Além de seres um rapazinho bem apresentadito e tal, tens um interior tão vasto que acho que vamos sempre descobrindo coisas novas e bonitas!
O que é que eu hei-de dizer?!

ÉS UM GAJO MUITA LINDO, PÀ!!!!!

BEIJOS e uns apertozitos nas bochechitas!!!!

Anónimo disse...

Onde estás Tia Zé? Tenho os olhos turvos e não quero ser o primeiro comentário!!!
Bom, cá vai:
Boa filho! É sempre bom reflectir, sobretudo na véspera de um grande exame, quando se examinam também as nossas fraquezas e forças.
Tens razão, de facto a família é importante. E o que escreves de toda a família deixa ver como a missão foi bem cumprida, por todos. Vais absorvendo o melhor de cada um, e por isso tornas-nos melhores.
Oxalá tenha tão sido inspirador para análise, como é bom ler as tuas reflexões.

Anónimo disse...

Entaõ, mas esta gente vem ver o blog e o post e tal, mas deixar comentários está quieto! Se eu não escrevo é porque não escrevo, se escrevo é porque escrevo!! Atõn?

Tiago F Rama disse...

Companheiro-palhaço deste circo que é a vida, solta a tua voz! Um grande abraço do teu primo líder de circo, que anda agora a pensar onde caraças há-de montar a tenda num tão vasto mundo de oportunidades que uma só vida não chega para agarrar... e que ainda sim se põe aqui ao teu dispor pró que for preciso ;) Keep your head high up!

José Nuno Figueiredo disse...

Bernas! Tu és a personificação do espírito da Família (a nossa, não a dos outros, nem a sagrada).
O teu jeito relaxado e bom humor crónico são das coisas mais porreiras de se conviver e ter-te conosco é sempre lucro!

Quê, pensavas que só tu é que sabes elogiar? Fanfarrão! :)

Naquelas alturas em que nem tu te sentes animado, estamos todos (em conjunto e/ou individualemente) aqui para te apoiar, ouvir, ler e dar umas palmadas nas costas (com força!)...

Não te esqueças também de que quem mais te pode ajudar e quem é o teu conselheiro número 1 és tu mesmo. Pensares é falar contigo, penso eu de que...


Pessoal, forte abraço!

Tiago, vai "montar a tenda" onde quiseres, com quem quiseres e as vezes que te apetecer. Espaço, companhia e tempo são coisas que não te hão-de faltar (há prioridades... :D)

Bernas já invadi o teu quarto!!! TOMA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!