Tantas coisas que gostava de dizer, fazer, pensar, sonhar...
Muitas delas são possíveis, outras prováveis, e ainda umas impossíveis, que muitas vezes são as mais apetecidas...
Coisas que gostava de dizer, não digo, ou porque magoam alguém, ou porque a pessoa a quem digo não o merece, ou não entende, ou não se preocupa...
Coisas que gostava de fazer, não faço, porque muitas vezes não está certo, ou porque (de uma maneira mais pragmática), simplesmente não dá...
Coisas que gostava de pensar, não penso porque me magoa, ou porque revelam um egoísmo, ou ambição extrema de, que, sonhos que tenho nunca se poderem realizar!
Ainda assim há aquela esperança típica do "tuga" de que um dia, a língua se solte, o controlo sobre o corpo se esvaia, ou a mente se eleve até ao infinito...
2 comentários:
"La nuit n'est jamais complète
Il y a toujours puisque je le dis
Puisque je l'affirme
Au bout du chagrin une fenêtre ouverte
Une fenêtre éclairée
Il y a toujours un rêve qui veille
Désir à combler faim à satisfaire
Un coeur généreux
Une main tendue une main ouverte
Des yeux attentifs
Une vie la vie à se partager"
de: Paul Éluard
Talvez precises de um dicionário, ou não...
(a mim também me fez bem ler este poema mais uma vez. Tinha-o na parede do quarto de estudante em Coimbra)
Então e mais?
Parou a escrita no 11 de Setembro?
Alguma coisa explodiu, foi abaixo, morreu?
Então será altura de começar a reconstruir: para cima e em força como é próprio de engenheiro!
Conta coisas da caça (não esquecer a cedilha!) ouvimos dizer que foi em grande, 20 valores...
E por falar em 20, um GRANDE DIA para amanhã!
Bjs e saudades desta tia
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