É aquela força que nos guia quando estamos na dúvida, aquela ideia que melhor assenta na nossa personalidade, que a define...
Sem os nossos instintos, que vêm evoluindo desde há milhares de anos, estariamos perdidos...
A mente humana está tão dependente deles como qualquer ser vivo, talvez mais, porque a nossa maneira de pensar, viver, envolve uma consciência, inteligência gerida por eles, a base do viver...
Eu pelo menos vejo os meus instintos imensas vezes em oposição á realidade lógica, a realidade de move o mundo, a realidade da evolução, e portanto parece que fico deslocado no tempo, atrasado em relação ao resto, um passo atrás dos Homens, mas sempre a frente de tudo o resto.
As nossas decisões são baseadas nos instintos, e pelo que eu vejo, há decisões que tomo que encaixam no mundo, outras que passam completamente ao lado, outras que ao principio encaixam, mas são como rodas dentadas com dentes diferentes, e que por muito que as façamos rodar juntas, elas mais tarde ou mais cedo partem...
Mas numa certa ideia, numa certa maneira de viver, o meu primeiro instinto estava certo, e segui-lo é como remar num rio a favor da maré e deixar-me ir ao sabor da corrente que me leva sempre no sentido certo...
Quando um instinto não está certo não desiste, é como uma pedra no sapato que nos agonia todos os dias até o seguirmos, é como remar contra uma maré, mais tarde ou mais cedo esgotamos... e deixamo-nos ir...
1 comentário:
Olá Bernas
Constacto como outros assíduos leitores que não tens produzido nada escrito!
E então o que dizem os teus instintos? Queremos saber, a cores de preferência!
Beijo
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